Paulo Sá leva problemas da Escola Tomás Cabreira ao Parlamento

 

 

 

O deputado comunista Paulo Sá, eleito pelo Algarve, questionou esta semana o ministro da Educação, por escrito, sobre diversos problemas que tomou conhecimento após uma visita que efetuou recentemente à Escola Secundária Tomás Cabreira, de Faro.

Paulo Sá quer saber quando irá o Ministério da Educação reforçar o número de assistentes operacionais daquela escola, de forma a garantir o seu normal funcionamento, e por que motivo o Ministério da Educação só autoriza a contratação de um psicólogo a meio tempo, quando a Escola Secundaria Tomás Cabreira precisa, manifestamente, de pelo menos um psicólogo a tempo inteiro.

O parlamentar perguntou ainda por que motivo a aquisição da bancada retrátil do auditório vem sendo adiada há já cinco anos e quando irá o Ministério da Educação adquirir dessa bancada, de forma a que o espaço possa ser plenamente utilizado, em particular pelos alunos dos cursos profissionais de artes do espetáculo – interpretação e de intérpretes de dança contemporânea.

Mas o rol de questões não fica por aqui. Paulo Sá exige que o Ministério da Educação explique porque é que, cinco anos após a conclusão das obras da Parque Escolar, o sistema de ar condicionado da escola ainda não funcione plenamente e quando será este problema definitivamente resolvido.

Outra das questões tem a ver com a questão financeira. O deputado quer que o ministério explique o motivo do orçamento da escola se ter mantido igual nos últimos anos, apesar de o número de alunos ter duplicado, e quando é que este será reforçado. “Como avalia o Ministério da Educação as consequências para a Escola Pública de uma política de subfinanciamento ditada por uma obsessão do Governo pela redução acelerada do défice orçamental nacional, inclusivamente para além daquilo que são as imposições da União Europeia?”, questiona Paulo Sá.

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