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Algarve tem argumentos para impedir exploração de petróleo

“Apenas com a demonstração da vontade da população contra este processo poderemos constituir razão de indeferimento”, sublinham os movimentos criados no Algarve para contestar a exploração de petróleo
“Apenas com a demonstração da vontade da população contra este processo poderemos constituir razão de indeferimento”, sublinham os movimentos criados no Algarve para contestar a exploração de petróleo

Está em curso uma consulta pública para discutir a sondagem e posterior exploração de petróleo e gás natural ao largo da Costa Vicentina. Esta semana, o JA revela os argumentos apresentados por várias estruturas criadas no Algarve para travarem esta e outras perfurações já anunciadas. Os fundamentos incidem na “violação” da vontade da população e no enorme risco que esta atividade representa para o futuro da região. No final deste mês deverá ser conhecida a decisão final da Direção-Geral de Recursos Naturais

A descoberta de petróleo e gás natural na costa algarvia pode estar por dias. Tal como adiantámos na última edição, o consórcio composto pela petrolífera italiana ENI e a portuguesa Galp pretende realizar uma perfuração, a 46,5 quilómetros ao largo de Aljezur, já a partir do próximo dia 1 de julho. Também a Repsol e a Partex estão prestes a arrancar com os primeiros furos exploratórios em frente a Faro e à Ria Formosa, nos próximos meses de setembro e outubro, logo a seguir ao verão. E este pode ser apenas o início do processo, já que existem várias áreas concessionadas um pouco por toda a costa algarvia e em terra…!

 consórcio ENI-Galp pretende realizar um furo exploratório em frente a Aljezur a partir de 1 de julho. Já a Repsol-Partex vai avançar com a perfuração ao largo de Faro no final do verão
O consórcio ENI-Galp pretende realizar um furo exploratório em frente a Aljezur a partir de 1 de julho. Já a Repsol-Partex vai avançar com a perfuração ao largo de Faro no final do verão

Porém, a exploração de hidrocarbonetos na região está longe de ser consensual e o processo está atualmente em fase de consulta pública. Assim, até ao próximo dia 22 de junho, a população pode apresentar argumentos para travar a pesquisa e exploração de petróleo e gás na região…

 

(Reportagem completa na última edição do JA – dia 9 de junho)

Nuno Couto | Jornal do Algarve

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