Batata-doce de Aljezur não chega para as encomendas

Aumentar a produção de cerca de 300 toneladas anuais para ter “uma maior presença no mercado” e “dar mais visibilidade ao produto” é o grande objetivo dos produtores de batata-doce de Aljezur, que ainda se veem ameaçados com a utilização abusiva do nome Aljezur para vender qualquer batata-doce”. O JA falou esta semana com Manuel Marreiros, presidente da associação de produtores, nas vésperas de mais um Festival da Batata-Doce de Aljezur

A produção de batata-doce no concelho de Aljezur está a aumentar, assim como o número de produtores, mas este crescimento é “ligeiro” e ainda está muito longe de satisfazer a procura. Quem o diz é o presidente da associação de produtores, Manuel Marreiros, frisando que as cerca de 300 toneladas produzidas anualmente são poucas para as encomendas.

“A produção está a aumentar ligeiramente porque o número de produtores também. No entanto, estamos ainda longe do necessário para estarmos no mercado durante mais tempo”, conta ao JA.

A grande montra deste produto acaba por ser o Festival da Batata Doce de Aljezur, cuja próxima edição arranca já esta sexta-feira, 29 de novembro, e termina a 1 de dezembro. “Este festival é, acima de tudo, uma montra da economia local, onde se destaca a batata-doce de Aljezur. Como sempre, esperam-se milhares de pessoas e julgamos escoar cerca de 22 toneladas de batata-doce”, revela o presidente da Associação de Produtores de Batata-Doce de Aljezur (APBDA)…

Leia a notícia completa na edição em papel.

Nuno Couto

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