Cheias já causaram mais de 800 mortes

As cheias na China, as piores desde 1998, já causaram este ano 823 mortes e 437 pessoas estão desaparecidas, informaram hoje as autoridades.

De acordo com a agência de notícias oficial chinesa Nova China, as perdas económicas decorrentes das cheias atingem os 17 482 milhões de euros, mais do dobro do que em qualquer outro ano desde 2000.

A chuva vai continuar a cair nos próximos dias nas regiões centro e sul da China, de acordo com as últimas previsões meteorológicas, pelo que aquelas encontram-se em risco de sofrer mais inundações.

Mais de 370 mil militares foram mobilizados para reforçar os trabalhos de prevenção das inundações em oito províncias chinesas ao largo dos principais rios do país.

O primeiro ministro chinês, Wen Jiabao, exortou as autoridades para se prepararem para mais inundações e desastres.

Na madrugada de segunda-feira, na província chinesa de Yunnan morreram, pelo menos, 11 pessoas e outras 11 encontram-se desaparecidas devido a um deslizamento de terra provocado por chuvas torrenciais.

A China enfrenta todos os anos, entre os meses de junho e setembro, uma época de cheias que afetam, sobretudo, as regiões centro e sul do país, mas este ano as cheias são as piores desde 1998, quando morreram mais de 4000 pessoas e foram evacuadas das suas casas cerca de 18 milhões.

Este ano, um total de 28 províncias e mais de 120 milhões de pessoas têm sido afectadas pelas cheias.

AL/JA

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