Estradas: Frente Cívica inicia no Algarve campanha contra as parcerias público-privadas

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A Frente Cívica inicia no Algarve, esta terça-feira, uma acção de combate às
parcerias público-privadas (PPP) rodoviárias. A associação cívica está a recolher assinaturas para propor ao Parlamento uma iniciativa legislativa de cidadãos que prevê o fim dos contratos das ex-Scuts e “uma poupança para os cofres do Estado da ordem dos 11 mil milhões de euros”.

Para denunciar este problema “que afeta Portugal, e também nas gerações futuras”, a Frente Cívica vai promover acções de rua, com recolha de assinaturas, e um jantar-debate.

Esta terça-feira dia 10, estará em Faro, das 9h30 às 13h00, junto ao Mercado Municipal/Loja do Cidadão, e das 15h00 às 19h00, na rua de Santo António. À noite, a partir das 20h00, promove um jantar-debate no restaurante Dois Irmãos, com intervenções do presidente da Frente Cívica, Paulo de Morais, e de Michael Ferrada.

A recolha de assinaturas continua em Olhão, amanhã, quarta-feira, entre as 9h30 e
as 13h00, junto ao Marcado Municipal.

Segundo a Frente Cívica, a estimativa de poupança de 11 milhões de euros resulta da diferença entre os custos reais das PPP, determinados pelo Eurostat, e as previsões de pagamento de rendas aos concessionários por parte do Estado nos próximos 18 anos.

“As PPP são ruinosas para as Finanças Públicas e para todos os portugueses, mas são
particularmente gravosas para os algarvios. O Algarve é a zona do País mais prejudicada pelo actual sistema de portagens: enquanto que no País, a taxa média de cobertura dos custos estatais com as PPP (pela cobrança de portagens) é da ordem dos 20%, no Algarve essa taxa ronda os 60%”, refere aquela associação cívica.

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