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“Política seguida foi a que o realismo impunha”

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Com o período pós-troika à vista, Pedro Passos Coelho passou hoje em revista as razões que levaram Portugal a pedir o resgate em 2011, recordando o cenário económico que o tornou “obrigatório” e apontando como “mitos” várias “teorias postas a circular” sobre a existência de alternativas.

“É falso que Portugal só tenha pedido apoio externo pela falta de apoio dado ao PEC IV “, disse o primeiro-ministro na Conferência com que o jornal “Diário Económico” inicia as comemorações dos seus 25 anos, tal como “não é verdade que fosse possível ter feito um ajustamento tendo por pano de fundo o crecimento e não a recessão”, acrescentou.

“A austeridade resulta de termos chegado a um beco em que não tínhamos financiamento, pelo que a política seguida foi a que o realismo impunha e não a que dependia da nossa vontade”. conclui Passos Coelho.

Otimista quanto ao futuro, o primeiro-ministro sublinhou ainda que o país chega à 12ª avaliação da troika com um balanço positivo: “No essencial cumprimos os objetivos”.

Sobre a forma como Portugal vai sair do programa de assistência financeira, Passos Coelho voltou a prometer uma decisão do Governo para breve, mas frisou que essa avaliação será feita “de forma tranquila”. “Não estamos desesperados, como há três anos”, afirmou.

A iniciativa promovida pelo “Diário Económico” inclui ainda uma entrevista ao primeiro-ministro, que responderá às perguntas de quatro jornalistas, tendo por mote “O que vai suceder em Portugal no ‘pós-troika’?”

RE

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