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Transportes públicos são escassos, atrasados e caros

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A falta de ligações, os horários desajustados e o preço das tarifas dos transportes públicos afetam a vida de milhares de algarvios e turistas

O projeto da Deco Algarve “Estes Transportes não nos servem” está a terminar a primeira etapa. Nas reclamações que chegaram à associação de defesa do consumidor no último ano destacam-se a ausência de ligações, as assimetrias regionais, as situações dos atrasos e o elevado preço dos títulos. A Deco vai agora expor estas dificuldades às operadoras de transportes e reivindicar melhorias na rede de transportes da região

 

NUNO COUTO

 

A plataforma da associação Deco para queixas sobre transportes públicos recebeu já perto de quatro mil reclamações. Os transportes que motivam a maioria das queixas são os terrestres e ferroviários, recaindo essas reclamações sobretudo nos atrasos e na diminuição ou supressão de linhas, horários ou percursos.

“No caso da região algarvia, os principais problemas prendem-se com a ausência de uma estratégia de concertação intermodal e entre ligações de uma mesma operadora, a desadequação dos tarifários, a insuficiente e débil informação disponibilizada e assimetrias regionais”, adianta a delegação regional da associação de defesa do consumidor, que em julho do ano passado lançou a campanha “Estes transportes não nos servem – Faça greve ao seu carro”, para expor as fragilidades dos transportes públicos coletivos da região.

Esta campanha da Deco Algarve – que considera este “um dos grandes problemas da região” – termina esta semana a sua primeira etapa. Ao todo, foram realizadas cinco viagens ao longo de 2017 e 2018 no âmbito deste projeto, entre Tavira e Sagres.

“O principal intuito consistiu em compreender as causas do acentuado declínio da utilização dos transportes e mobilizar os consumidores para esta problemática”, acentua a associação.

A delegação regional irá agora discutir as suas conclusões com estas entidades e com as operadoras de transportes, e “reivindicar uma rede adequada e funcional, sendo para isso essencial integrar as reais carências e os interesses dos seus utilizadores e daqueles que gostariam de o ser”…

(NOTÍCIA COMPLETA NA ÚLTIMA EDIÇÃO DO JORNAL DO ALGARVE – NAS BANCAS A PARTIR DE 8 DE MARÇO)

Nuno Couto|Jornal do Algarve

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